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Sobre o Financiamento
 
 
Codhab abre inscrições para o programa Morar Bem !

Em comemoração ao aniversário de Brasília, nesta terça-feira (21), o GDF e a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) anunciam a abertura de novas inscrições para o programa Morar Bem. O prazo começa hoje e vai até o dia 19 de junho de 2020 (60 dias), e o cadastramento deverá ser feito exclusivamente pela Internet, pelo site.

Os últimos cadastros foram abertos nos anos de 2011, 2012 e 2014. Após identificar a necessidade dos que não puderam participar e entender todas as reivindicações ao direito de inscrição, o governo decidiu dar uma nova oportunidade aos moradores do DF. O compromisso desta gestão é tornar a política habitacional mais democrática e assegurar o direito à moradia, principalmente às famílias de baixa renda.

"Essa medida é voltada à lógica da justiça social, que concede aos filhos de Brasília a oportunidade de terem uma moradia digna, ou seja, o direito a um imóvel de qualidade", comenta o presidente da Codhab Wellington Luiz.

Conheça o programa

O Morar Bem, vinculado ao Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, tem transformado o sonho da casa própria em realidade. A ação é voltada para famílias com renda bruta de até 12 salários mínimos e visa a construção de unidades habitacionais no Distrito Federal.

Quem pode participar?

Apenas os cidadãos que não participam do programa habitacional ou nunca tiveram cadastro na lista da Codhab poderão se inscrever. Além disso, é necessário atender aos critérios de participação previstos pela Lei Distrital Nº 3.877/2006, que dispõe sobre a política habitacional no DF:

1 - Ter maioridade ou ser emancipado na forma da lei;

2 - Residir no Distrito Federal nos últimos cinco anos;

3 - Não ser, nem ter sido proprietário, promitente comprador ou cessionário de imóvel no DF;

4 - Não ser beneficiado em outro programa habitacional no Distrito Federal;

5 - -Possuir renda familiar de até doze salários mínimos.

Critérios de classificação/pontuação

Os critérios de classificação estão dispostos no Decreto n° 33.964, de 29 de outubro de 2012, e tem como parâmetros:

1 - Tempo de residência no Distrito Federal - 4.000 pontos distribuídos diretamente proporcional ao tempo apurado com base nos dados cadastrais;

2 - Tempo de inscrição no Cadastro da Habitação - 1.500 pontos distribuídos diretamente proporcional ao tempo apurado com base nos dados cadastrais;

3 - Número de dependentes - 500 pontos para cada dependente e computando o máximo de 2.500;

4 - Grupo familiar com condições especiais - pessoas com deficiência ou pessoas com mais de 60 anos: 1.500, assim distribuídos;

5 - Renda familiar mensal bruta per capita - 500 pontos distribuídos inversamente proporcional ao valor da renda mensal bruta per capita apurada com base nos dados cadastrais;

Quem pode ser dependente?

1 - Cônjuge, Companheiro (a), inclusive em relações homoafetivas, desde que caracterizada união estável;

2 - Filhos(as) ou enteados(as) até 24 anos, desde que estejam cursando ensino superior e com a devida comprovação;

3 - Menores de 18 anos em que o candidato crie e eduque, dos quais detenha a guarda judicial;

4 - Irmãos, netos, bisnetos, desde que detenha a guarda judicial;

5- Pessoa incapaz cuidada pelo tutor ou curador;


As principais fases do programa são: inscrição, convocação, habilitação, indicação, contemplação e titulação, e as faixas de renda familiar bruta são classificadas em:

Faixa 1 - renda mensal de 0 a R$ 1.800,00;

Faixa 1,5 - renda mensal de R$ 1.800,01 a R$ 2.600,00;

Faixa 2 - renda mensal de R$ 2.600,01 a R$ 4.000,00;

Faixa 3 - renda mensal de R$ 4.000,01 a R$ 7.000,00;

Faixa 4 - acima de R$ 7.000,01 a 12 salários mínimos.

Tire suas dúvidas sobre o financiamento imobiliário

Como é definida a taxa de juros dos financiamentos?

Os financiamentos diferem de acordo com o valor do imóvel e a renda do comprador.

Essas informações são balizadoras para definir qual taxa de juros será aplicada em cada contrato.

Alguns imóveis novos podem ser enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida, desde que respeitando as exigências estipuladas pela lei.


Em que casos é possível usar o FGTS?

O FGTS pode ser usado para adquirir um imóvel próprio, pagar prestações, amortizar ou liquidar saldo devedor de um financiamento bancário de imóvel residencial em andamento.

O imóvel tem que estar localizado na cidade em que o cliente mora ou na mesma região metropolitana.


Até que percentual do valor do imóvel pode ser financiado?

Alguns bancos oferecem linhas de financiamento de até 90% do valor do imóvel, incluindo os do âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida.


Até que percentual da renda os bancos deixam ser comprometida com a mensalidade do empréstimo?

As instituições financeiras só concedem o crédito caso a prestação mensal não exceda 30% da renda bruta familiar ou individual.


É possível agregar a renda de outras pessoas que vão morar no imóvel para usar como base de cálculo para o financiamento?

Sim, no máximo outras duas pessoas, desde que sejam consanguíneas do comprador. Também são aceitos casais.


A taxa de juros acertada na assinatura do contrato pode ser alterada durante o prazo de pagamento?

Não, nem para mais nem para menos.


É possível renegociar o valor das parcelas durante o financiamento?

Sim. O comprador pode amortizar uma parte do saldo devedor e reduzir ou o prazo de pagamento do empréstimo.

Ou manter o prazo e diminuir a parcela. A orientação é que opte pela primeira hipótese.


Qual a diferença entre financiar pela construtora e por um banco?

A maioria das construtoras não cobra juros sobre o valor financiado durante a construção do imóvel, mas cobra uma taxa de obras, que vai aumentando conforme evolui a construção.

Esses contratos são atualizados pela variação do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), a partir da data de assinatura até a conclusão do pagamento.

Depois de o imóvel pronto, são aplicados juros mais uma atualização pelo Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), até o fim do financiamento.

O prazo de financiamento das construtoras é menor do que o dos bancos: 60 meses, podendo chegar a 96 meses.

Já os bancos podem ser contratados quando o imóvel já está pronto.

Eles cobram uma taxa de juros acrescida da Taxa Referencial (TR), índice utilizado para corrigir cadernetas de poupança, atualmente menor que o IGP-M. Hoje, há bancos que concedem linhas de crédito para serem quitadas em até 420 meses (35 anos).


Se o cliente tem um financiamento com a construtora e ela falir durante o prazo de pagamento do empréstimo, o que acontece?

A maioria dos empreendimentos é construído com um Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) separado do da construtora (patrimônio de afetação), justamente para blindar o empreendimento de uma falência da incorporadora.

Quando a modalidade for crédito associativo, existe um seguro garantidor.

De qualquer forma, o comprador deve procurar imediatamente um órgão de defesa do consumidor ou advogado para resguardar seus direitos.


Quais são as condições exigidas para financiar um imóvel?

O tomador de crédito deve ter no mínimo 18 anos, estar com o nome limpo nas empresas de proteção de crédito e comprovar renda suficiente para pagamento das futuras prestações do empréstimo.


O que acontece se o cliente deixar de pagar as prestações?

O banco ou a construtora podem tomar o imóvel por falta de pagamento, inclusive de forma extrajudicial. Com três parcelas em aberto, isso já é possível


É possível quitar o financiamento antes do prazo combinado ou abater parte da dívida durante o pagamento das parcelas?

É permitido e recomendável. Sempre que se obtém crédito a juros, o ideal é solicitar o menor valor necessário e pagar no menor tempo possível.


Quem pode usar os benefícios do plano Minha Casa, Minha Vida?

Pessoas que tenham renda familiar de um a dez salários mínimos.

São três faixas de financiamento: para os que ganham até R$ 1.395, até R$ 4,9 mil e acima de R$ 4,9 mil.

O interessado não pode possuir nenhum imóvel quitado ou em financiamento em seu nome, nem estar com o nome sujo nos sistemas de proteção de crédito.

Fonte http://hojeemdia.com.br
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